Conjuração Mineira: o que foi, objetivos, causas e consequências

A Conjuração Mineira foi um movimento separatista ocorrido em Minas Gerais, em 1789, liderado por membros da elite local que buscavam a independência do Brasil em resposta à opressiva cobrança de impostos pela Coroa portuguesa.

O que foi

A Conjuração Mineira, também conhecida como Inconfidência Mineira, foi um movimento de caráter separatista organizado em 1789, na capitania de Minas Gerais, durante o período colonial brasileiro. Liderado principalmente por integrantes da elite econômica, militar e intelectual da região, o movimento tinha como objetivo romper os laços políticos com Portugal e estabelecer uma república independente. Entre suas principais causas estavam a elevada cobrança de impostos sobre a exploração do ouro, a ameaça da derrama e a insatisfação com o controle exercido pela Coroa portuguesa. Influenciados pelas ideias iluministas e pela independência dos Estados Unidos, os conspiradores defendiam maior autonomia política e econômica. Entretanto, o movimento foi denunciado às autoridades coloniais antes de se transformar em uma revolta armada. Seus participantes foram presos e julgados, sendo Tiradentes o único condenado efetivamente à morte, executado em 21 de abril de 1792.

Contexto histórico

A Conjuração Mineira esteve relacionada à crise da mineração e ao crescente descontentamento de setores da elite colonial com a política fiscal portuguesa na segunda metade do século XVIII. Nesse período, a produção de ouro em Minas Gerais apresentava sinais de declínio, enquanto a Coroa portuguesa mantinha uma elevada cobrança de impostos, especialmente o quinto, correspondente a 20% do ouro extraído. A ameaça da derrama, mecanismo de cobrança forçada de tributos atrasados, intensificou as tensões entre os colonos e as autoridades metropolitanas. No cenário internacional, as ideias iluministas, que questionavam o absolutismo e defendiam princípios como liberdade e autonomia política, ganhavam espaço, enquanto a independência dos Estados Unidos, em 1776, demonstrava a possibilidade de ruptura com uma metrópole europeia. O governo português, por sua vez, procurava fortalecer o controle administrativo e econômico sobre a colônia, restringindo atividades produtivas e comerciais. 

Foi nesse ambiente de dificuldades econômicas, insatisfação política e circulação de novas ideias que, em 1789, um grupo de militares, intelectuais, religiosos e proprietários de terras de Minas Gerais articulou um movimento separatista contra o domínio português.

Principais causas:

Exploração econômica colonial

A política mercantilista portuguesa submetia a economia mineira aos interesses da metrópole, impondo impostos elevados, restrições comerciais e mecanismos de controle sobre a produção e a circulação de riquezas. Essa situação provocava insatisfação entre mineradores, comerciantes e proprietários de terras.

Elevada cobrança de impostos sobre o ouro

A Coroa portuguesa exigia o pagamento do quinto, imposto correspondente a 20% do ouro extraído. Essa tributação gerava descontentamento entre os colonos, especialmente diante da redução da produção aurífera na segunda metade do século XVIII.

Ameaça da derrama

A Coroa havia estabelecido uma meta anual de arrecadação de 100 arrobas de ouro, equivalentes a aproximadamente 1.500 quilos. Quando a arrecadação não atingia esse valor, acumulavam-se débitos que poderiam ser cobrados compulsoriamente por meio da derrama, inclusive mediante a apreensão de bens dos moradores. A possibilidade de sua aplicação em 1789 foi um dos principais fatores que estimularam a conspiração.

Crise da mineração

A diminuição da produção de ouro, especialmente a partir da segunda metade do século XVIII, comprometeu os rendimentos de mineradores e comerciantes. Apesar das dificuldades econômicas, a administração portuguesa continuava exigindo o pagamento de tributos, aumentando o endividamento de integrantes da elite colonial.

Restrições à produção manufatureira

A política econômica portuguesa procurava preservar o mercado colonial para os produtos comercializados pela metrópole. O Alvará de 1785, promulgado por Maria I, determinou o fechamento de diversas manufaturas de tecidos na colônia, embora permitisse algumas exceções. Essa medida dificultava a produção local e reforçava a dependência econômica em relação a Portugal.

Insatisfação com o domínio político português

Os colonos não possuíam autonomia para decidir sobre questões administrativas, tributárias e comerciais importantes. A concentração do poder nas mãos das autoridades nomeadas pela Coroa alimentava o descontentamento de grupos influentes da sociedade mineira, que desejavam maior participação nas decisões políticas.

Influência do Iluminismo

As ideias iluministas, difundidas na Europa durante o século XVIII, questionavam o absolutismo monárquico e defendiam princípios como liberdade política, racionalidade e limitação do poder. Esses pensamentos influenciaram intelectuais e integrantes da elite mineira, que passaram a considerar a possibilidade de estabelecer um governo republicano independente.

Influência da independência dos Estados Unidos

A independência das Treze Colônias inglesas, proclamada em 1776, serviu de referência para os conspiradores mineiros. A experiência norte-americana demonstrava que uma colônia poderia romper com o domínio de uma potência europeia e estabelecer um governo republicano, fortalecendo os projetos separatistas na América portuguesa.

Principais integrantes da Conjuração Mineira (Inconfidência Mineira)

Os participantes, chamados de inconfidentes, pertenciam principalmente às camadas mais favorecidas da sociedade colonial, incluindo militares, proprietários de terras, mineradores, comerciantes, magistrados e intelectuais. Influenciados pelas ideias iluministas e pela independência dos Estados Unidos, defendiam a ruptura com Portugal e a implantação de uma república na região.

1. Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes)

Militar de baixa patente, atuava como alferes da cavalaria e também exercia atividades relacionadas à extração dentária, origem de seu apelido. Foi um dos participantes mais ativos na divulgação das ideias separatistas, procurando conquistar apoio para o movimento. Após a descoberta da conspiração, foi preso, condenado à morte e executado em 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro. Tornou-se posteriormente o principal símbolo da Inconfidência Mineira.

2. Cláudio Manuel da Costa

Poeta, advogado e proprietário de terras, foi um importante representante do Arcadismo brasileiro. Integrava a elite intelectual de Minas Gerais e participou das discussões políticas que deram origem à conspiração. Sua formação jurídica e seus conhecimentos sobre o pensamento iluminista contribuíram para os debates entre os inconfidentes. Preso em 1789, morreu na prisão em Vila Rica, em circunstâncias que ainda despertam discussões entre historiadores.

3. Tomás Antônio Gonzaga

Poeta, jurista e magistrado português radicado em Minas Gerais, ficou conhecido pela obra "Marília de Dirceu". Exercia o cargo de ouvidor em Vila Rica e mantinha relações próximas com outros participantes do movimento. Foi acusado de envolvimento na conspiração, preso e condenado ao degredo em Moçambique, onde passou o restante de sua vida. Sua participação efetiva no planejamento da revolta é objeto de debates historiográficos.

4. Inácio José de Alvarenga Peixoto

Poeta, advogado, minerador e proprietário de terras, fazia parte da elite econômica e intelectual mineira. Participou das articulações políticas dos inconfidentes e defendia mudanças na administração colonial. Sua posição social e seus contatos contribuíram para aproximar diferentes integrantes da conspiração. Após a repressão portuguesa, foi condenado ao degredo na África, onde morreu em 1793.

5. José Álvares Maciel

Intelectual e proprietário ligado à mineração, estudou na Universidade de Coimbra e teve contato com conhecimentos científicos e ideias políticas que circulavam na Europa. Participou das discussões sobre a independência e contribuiu com propostas relacionadas à produção econômica e à fabricação de pólvora. Após a descoberta do movimento, foi preso e condenado ao degredo em Angola.

6. Francisco de Paula Freire de Andrade

Tenente-coronel e comandante do Regimento de Cavalaria Regular de Minas Gerais, conhecido como Dragões de Minas, ocupava uma posição militar importante na capitania. Sua participação era considerada estratégica pelos conspiradores, que esperavam contar com apoio armado no momento da revolta. Foi preso após a denúncia do movimento e condenado ao degredo em Angola.

7. José de Resende Costa (pai e filho)

José de Resende Costa, o pai, era proprietário rural e militar ligado às milícias de Minas Gerais. Seu filho, de mesmo nome, também participou das articulações dos inconfidentes. Ambos pertenciam a famílias influentes da região e mantinham contato com outros conspiradores. Após a repressão, foram condenados ao degredo na África. O filho sobreviveu à punição, retornou ao Brasil e posteriormente ocupou cargos públicos.

8. Domingos de Abreu Vieira

Comerciante e contratador ligado às atividades econômicas de Minas Gerais, participou das articulações da conspiração. Seus interesses estavam relacionados, entre outros aspectos, à oposição contra a política fiscal portuguesa e às dificuldades enfrentadas por setores da elite colonial. Foi preso, condenado e enviado ao degredo em Angola.

9. Luís Vaz de Toledo Piza

Militar e proprietário de terras na região de São João del-Rei, participou das reuniões e discussões relacionadas ao projeto de independência. Era irmão do padre Carlos Correia de Toledo e Melo, outro integrante da conspiração. Sua participação demonstrava a presença de setores militares e proprietários rurais na organização do movimento. Foi condenado ao degredo após a descoberta da conspiração.

10. Padre Carlos Correia de Toledo e Melo

Sacerdote e proprietário de terras, atuava na região de São José del-Rei, atual Tiradentes, em Minas Gerais. Participou ativamente das articulações separatistas, utilizando suas relações pessoais e sua influência local para aproximar os envolvidos. Sua presença evidencia que integrantes do clero também participaram da oposição ao domínio português. Foi preso e condenado ao degredo em Portugal.

11. Cônego Luís Vieira da Silva

Religioso e intelectual que atuava em Mariana, Minas Gerais. Possuía uma importante biblioteca, com obras de filosofia, política e história, incluindo textos relacionados ao Iluminismo e à independência dos Estados Unidos. Participou das discussões sobre a organização de um possível governo republicano e contribuiu para a circulação de ideias políticas entre os conspiradores. Foi preso e enviado ao degredo em Portugal.

12. Padre José da Silva e Oliveira Rolim

Sacerdote ligado à região do Distrito Diamantino, era conhecido por suas atividades econômicas e por seus conflitos com autoridades coloniais. Participou das articulações separatistas e possuía relações com pessoas influentes da capitania. Seu envolvimento demonstra a participação de setores do clero descontentes com a administração portuguesa. Após a descoberta da conspiração, foi preso e enviado a Portugal.

13. José Aires Gomes

Proprietário rural e integrante da elite econômica mineira, possuía terras e interesses comerciais na região do Caminho Novo, importante ligação entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro. Participou das articulações e era considerado um possível financiador da revolta. Foi condenado ao degredo na África, onde morreu.

14. Francisco Antônio de Oliveira Lopes

Coronel de milícias e proprietário rural, integrava o grupo de homens influentes envolvidos na conspiração. Sua posição militar e suas relações com outros participantes eram consideradas importantes para a organização de uma possível resistência armada contra as forças portuguesas. Foi preso e condenado ao degredo.

Observação histórica: a Conjuração Mineira não possuía uma liderança única e claramente definida. Embora Tiradentes tenha se tornado seu personagem mais conhecido, outros integrantes desempenharam funções importantes na elaboração das propostas políticas, na articulação militar e na busca de recursos financeiros. O movimento também apresentava limitações sociais, pois a maior parte de seus participantes pertencia à elite colonial e não existia consenso sobre a abolição da escravidão.

É importante distinguir os participantes da conspiração daqueles que a denunciaram às autoridades portuguesas. Joaquim Silvério dos Reis, por exemplo, tinha conhecimento das articulações, mas ficou conhecido principalmente por denunciar o movimento em 1789, contribuindo para sua repressão.

Principais objetivos da Conjuração Mineira


Os inconfidentes pretendiam romper com o domínio colonial português e estabelecer uma nova organização política e econômica em Minas Gerais. Embora compartilhassem o desejo de independência, não possuíam um projeto inteiramente definido e apresentavam divergências sobre algumas questões sociais e políticas. Entre os principais objetivos e propostas do movimento, destacavam-se:

- Independência política: romper com o domínio de Portugal e proclamar a independência da Capitania de Minas Gerais, com a possibilidade de ampliar o movimento para outras regiões da América portuguesa. Não existia, entretanto, um projeto consolidado de independência de todo o território brasileiro.

- Implantação da República: estabelecer um governo republicano, inspirado nos ideais iluministas e na experiência da independência dos Estados Unidos, ocorrida em 1776. A proposta representava uma ruptura com a monarquia portuguesa e com a autoridade da Coroa sobre a região.

- Liberdade econômica: eliminar as restrições impostas pela política mercantilista portuguesa, permitindo maior liberdade comercial e incentivando a instalação de manufaturas. Os conspiradores pretendiam estimular a produção de tecidos, ferramentas e outros produtos, reduzindo a dependência das importações.

- Redução da carga tributária: combater a elevada cobrança de impostos, especialmente aqueles relacionados à mineração do ouro. A oposição à derrama, cobrança extraordinária destinada a recuperar tributos atrasados, foi um dos principais fatores de mobilização dos conspiradores.

- Criação de uma universidade: fundar uma instituição de ensino superior em Vila Rica, atual Ouro Preto, para ampliar as oportunidades de formação intelectual e científica. A proposta estava relacionada à valorização do conhecimento e da educação, princípios presentes no pensamento iluminista.

- Organização de forças militares próprias: formar uma estrutura militar capaz de defender a nova república e garantir sua autonomia diante de possíveis tentativas portuguesas de recuperar o controle da região.

- Criação de símbolos republicanos: estabelecer uma identidade política própria para o novo Estado, incluindo a adoção de uma bandeira. Entre os símbolos associados ao movimento, destacou-se a expressão latina "Libertas quae sera tamen", traduzida geralmente como "Liberdade, ainda que tardia".

- Desenvolvimento regional: estimular a agricultura, a mineração e outras atividades produtivas, buscando fortalecer a economia mineira e diminuir sua dependência das decisões econômicas tomadas pela administração colonial portuguesa.



A questão da escravidão

A escravidão representava uma das principais contradições do projeto político dos inconfidentes. Embora defendessem a liberdade em relação ao domínio português, os conspiradores não chegaram a um consenso sobre a libertação dos africanos e seus descendentes escravizados. Alguns integrantes manifestavam posições favoráveis à emancipação, enquanto outros defendiam a manutenção do trabalho escravizado, considerado essencial para suas atividades econômicas. Muitos participantes eram proprietários de terras, minas e pessoas escravizadas, o que contribuía para a resistência a mudanças profundas na estrutura social. A posição de Tiradentes sobre a abolição também é objeto de interpretações históricas, não sendo possível afirmar com segurança que ele defendesse o fim imediato e geral da escravidão. 

Vale frisar que a abolição não se tornou um objetivo definido do movimento, evidenciando os limites sociais das propostas de liberdade defendidas pela elite colonial mineira.



O fim da Conjuração Mineira


A Conjuração Mineira foi desarticulada em 1789, antes que seus participantes conseguissem colocar em prática o projeto de independência. Os conspiradores planejavam iniciar a revolta quando fosse decretada a derrama, aproveitando a insatisfação da população com a cobrança de impostos. Entretanto, Joaquim Silvério dos Reis, que tinha conhecimento dos planos, denunciou a conspiração ao governador da capitania, Luís Antônio Furtado de Mendonça, conhecido como Visconde de Barbacena. Endividado com a Fazenda Real, o denunciante esperava obter benefícios financeiros, incluindo o perdão de suas dívidas. Outros indivíduos também forneceram informações às autoridades portuguesas.

Após tomar conhecimento dos planos, o governador suspendeu a derrama e iniciou as investigações, impedindo que a revolta fosse desencadeada. Diversos suspeitos foram presos, entre eles Tiradentes, capturado no Rio de Janeiro em maio de 1789. A Coroa portuguesa instaurou um processo judicial conhecido como devassa, destinado a identificar os envolvidos, investigar suas responsabilidades e aplicar as punições previstas na legislação colonial. Os interrogatórios e julgamentos prolongaram-se por aproximadamente três anos.

Em 1792, vários inconfidentes foram condenados à morte, mas a rainha Maria I de Portugal determinou a substituição dessas penas pelo degredo, principalmente para territórios portugueses na África. Tiradentes foi o único condenado efetivamente executado. Em 21 de abril de 1792, foi enforcado no Rio de Janeiro e, posteriormente, teve seu corpo esquartejado. Partes de seus restos mortais foram expostas em locais públicos, como forma de intimidar a população e desencorajar novas tentativas de rebelião contra a autoridade portuguesa. Outros participantes receberam penas de prisão ou degredo, enquanto alguns foram absolvidos. Cláudio Manuel da Costa, por sua vez, havia morrido na prisão em 1789, antes da conclusão do processo.

Embora não tenha conseguido concretizar seus objetivos, a Conjuração Mineira tornou-se um importante episódio da crise do sistema colonial português na América. Suas propostas demonstravam o crescimento da insatisfação de determinados setores da sociedade colonial com a política econômica e a centralização do poder exercidas pela metrópole. Posteriormente, sobretudo após a Proclamação da República, em 1889, o movimento passou a ocupar um lugar de destaque na memória histórica brasileira, enquanto Tiradentes foi transformado em símbolo da luta pela independência e pela liberdade política.

Conclusão

A Conjuração Mineira representa um marco significativo na história do Brasil colonial, evidenciando o crescente descontentamento das elites locais com a exploração econômica imposta pela Coroa portuguesa.

Embora o movimento tenha sido reprimido e seus líderes severamente punidos, seu legado ultrapassou o fracasso imediato, inspirando gerações futuras na luta por independência e autonomia. A insatisfação com a derrama, a busca por liberdade e a influência das ideias iluministas demonstram como a conjuntura internacional e os interesses regionais se entrelaçaram, revelando a complexidade das aspirações políticas e sociais da época.

Resposta de Tiradentes à comutação da pena de morte dos Inconfidentes
Resposta de Tiradentes à comutação da pena de morte dos Inconfidentes

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Atualizado em 08/10/2026

Por Jefferson Evandro Machado Ramos
Graduado em História pela Universidade de São Paulo - USP (1994)

 

Fontes de pesquisa utilizadas na elaboração do artigo:

 

Historia da conjuração mineira : estudos sobre as primeiras tentativas para a independência nacional : baseados em numerosos documentos impressos ou originaes existentes em várias repartições

 

PILETTI, Nelson; PILETTI, Claudino. História e Vida – Brasil do Primeiro Reinado aos dias de hoje. São Paulo: Ática, 2004.

 VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Imperial. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.

 

Bibliografia Indicada sobre o tema:

 

MAXWELL, Kenneth. A devassa da devassa - A Inconfidência Mineira - Brasil e Portugal (1750 - 1808). São Paulo: Paz e Terra, 2005.

 

Veja também